domingo, 18 de outubro de 2015
A PROSA POÉTICA DE CRISTINA NUNES
sábado, 29 de agosto de 2015
PENTALOGIA POÉTICA: ITAJACI CORRÊA
I
Não sou
uma menina,
mas, quero,
para você, estar.
Se você topar
vamos aproveitar.
Se a vida, está difícil,
nada mal, a gente brincar.
Para que, nos estressar.
É só começar e deixar rolar..
Isso, se você topar.
Brinco de tudo.
É só começar e você gostar..
Brincaremos, de voar.
correr, pelos campos,
Contar estrelinhas,
Fazer serenata à lua.
namorar, cozinhar,
maré na rua, até brinco
de bolinha de gude.
É só você topar.
Sou , sua menina.
Você o meu menino.
Ai..ai..nem acredito
que não vai, aceitar!
Eu só quero brincar,
menino?
***
II
Bobinha,
bobinha,
fico eu, quando estou
pensando em você.
Sorrio, sozinha.
Enfeito-me
Conto-lhe, os meus
segredos,
Envio-lhe a beleza do
universo. Um raio de sol.
Toco-lhe à face,
até sinto sua maciez.
Dou-lhe
Beijos e mais beijos
bem carinhosos.
Abraço-te....abraço-te
Sinto sua respiração,
Seu cheiro
Vejo seus olhos,
piscarem. lindamente
Ai, que belos são!
Incrível, esse, meu ser!
Que jeitinho especial
arrumou, para ficar
perto, de você, mesmo,
na sua, invisibilidade!
***
III
Eu
queria
ser tua,
Você, meu.
Que lindo seria!
No meio de tantas
estrelas, nós dois ali,.
a brilhar, só pensando,
em nos, amar.
Eu e você!
Você e eu.
Eu, te completaria
você, faria o mesmo.
Numa junção
perfeita, de almas,
num mesmo, espaço
com calma.
Eu seria tua,
você meu,
só querendo, nos amar.
Que lindo seria!
Juntos estar.
Eu e você.
no mesmo espaço
e no mesmo, lugar
num elo de amor,
espetacular.
Flores do céus.
Nuvens claras,
Mares longínquos,
de dois seres,. que
só eles, sabem, navegar,
sem ninguém, a atrapalhar
Que lindo seria,
até iriam, nos invejar.
e nós ali, a festejar!
***
IV
Eu
sabia.
Eu sabia ,que tudo isso,
um dia, acabaria.
Como tudo, na vida, acaba.
Nunca pensei, que fosse assim.
Era um amor, diferenciado
elevado, puro, terno, verdadeiro
sem, exigências, sem ciúmes
calmo, cúmplice,
sabe, amor de alma.
Só encanto. Beleza infinda..
O dia, que tu fostes,
Só o vazio ficou. Nada mais.
Incrível isso nos acontecer.
Meu ser, nunca mais, foi
o mesmo. Eu sorrio,
não como antes.. Sou feliz
não como, antes.
Tenho tentado. voltar ser
àquela menina,
alegre, cheia de encantos.
Está difícil. Difícil mesmo.
O tempo, ameniza, mas
as cicatrizes marcam
mutilam, eternamente.
Seja feliz,, amor,. da minha
vida, onde estiveres!
***
V
Esse
seu jeitinho,
de inocente que
parece, não querer,
nada, comigo?
Pode parar, de fingir.
Sei, que me curte e
me observa, muito.
Pensa, que eu, não sei\?
Enxergo, além
que possas, imaginar.
Sou mais tua,
que da lua!
segunda-feira, 20 de julho de 2015
DA SÉRIE PENTALOGIA POETICA: QUEIJO, GOIABADA E POESIA
NOTA DO BLOG: O blog MUTUM CULTURAL, na sua singela pretensão de pouco a pouco vir a ser a revista cultural eletrônica do nosso município buscará semanalmente publicar esta série intitulada PENTALOGIA POÉTICA, cinco poemas, ora de um único autor, ora de alguma antologia, como essa que reinauguramos.
Os poemas a seguir são transcrito do grupo no facebook QUEIJO GOIABADA E POESIA que é uma bela iniciativa de Wagner Fonseca.
Não deixe de visitar periodicamente essa bela página que tem se firmado como um espaço para quem gosta de se expressar com poemas.
CRISTINA NUNES
TomaraQue você volte depressa
Que você não se despeça
Nunca mais do meu carinho
E chore, se arrependa
E pense muito
Que é melhor se sofrer junto
Que viver feliz sozinho
Tomara
Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz
E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
Vinicius de Moraes
ITAJACI CORRÊA
Sem pressa,
sem medo e sem
desculpas.
Eu sou a tua menina,
quem gosta, de brincar
de maré, na rua.
que é toda tua.
Não demore.
Estou a tua espera.
Venha antes
do entardecer
para vermos a lua
nascer e fazermos
serenata, até o
amanhecer!
WAGNER FONSECA
Cristalizado olhar
Queiras tu minha presença no além
Assim como desejo a tua no meu dia
Rasga-me o peito
Nostalgia acirrada
Noite fria abalada
Meu tormento infindável
Se já não tens pétalas
Repousar-te em escuro breu,
Brancas és no pensamento,
Um momento de tormento
Segue a razão pelo coração
Pois a mente não socorre
O suplicio da minha carne
E envolto em agrura
Desfaleço em querer-te
E no triste olhar
No horizonte não a vejo.
Sua presença meu desejo.
CELSO FERRUDA
O poeta é um profeta.
suas sábias palavras, como o profeta, toca multidões.
O bom poeta tem na poesia amor,
assim como o profeta, a lei do senhor.
-sentimento nobre da salvação:
-"amai-vos uns aos outros, como eu vos amei..."
Poeta è um profeta dos novos tempos,
que ama e profetiza o eterno amor.
O grande profeta anunciava o salvador.
O poeta em seus passos, o grande seguidor...
-(prega a luz que ainda brilha de seu senhor.)
-"Não tomai seu santo nome em vão!"
O profeta tinha a lança da justiça e da humildade em seu cajado.
O poeta tem na humildade a justiça a seguir do que vem do passado.
"Honrai!" -sua mãe e seu pai, são mestres da vida.
Poetas são profetas...
Sua grandeza é o espelho para a nova luz.
Divinas são suas palavras. (Lhes conforta.)
Traduz o grande caminho ao verbo:
-eis o grande homem entre nós!...
- outro profeta, um poeta. Só fala de amor...
-hoje sua carne já está morta.
Mas vivo entre nós porém.
"vem e segue - me!"
- "Eu sou teu senhor!"
-"quem me segue, não andará nas trevas!"
VALDIR LOPES
Um amor,
Um silêncio,
Uma palavra
Falada ao seu tempo,
Uma poesia escrita
Em um coração que escuta,
Uma voz suave que não cansa.
As lagrimas que rolam
No rosto da mulher amada,
O sorriso brilhante
E o grito,
A esperança,
A saudade que doe,
A dor que não passa,
A falta que faz
Um amor sincero,
Que ao seu tempo constrói
E jamais acaba;
Pra sempre será,
Um amor de verdade.
domingo, 26 de outubro de 2014
PENTALOGIA POÉTICA: WAGNER FONSECA
Nossa série PENTALOGIA POÉTICA traz o poeta mutuense Wagner Fonseca, criador da página no facebook QUEIJO GOIABADA E POESIA, visite esse espaço no link https://www.facebook.com/groups/1481936828706659/?fref=ts
domingo, 19 de outubro de 2014
NOTAS SOBRE O III CAFÉ LITERÁRIO
| Gisélio Jacinto Alencar, autor convidado |
| Bom bate papo sobre a arte de fazer literatura |









