domingo, 17 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
CRÔNICA DE GUAXIMA NOS PAMPAS
Veja o artigo postado no site da prefeitura de SANTA MARIA-RS
A premiação dos vencedores do XXXIX Concurso Literário Felippe D’Oliveira está marcada para dia 24 de agosto, às 19h, em cerimônia a ser realizada na Câmara Municipal de Vereadores. Na mesma ocasião serão premiados os vencedores do XXXVIII Concurso Fotográfico Cidade de Santa Maria, cujos vencedores foram conhecidos no dia 11 de julho.
1º Lugar – Marina Salomão Carrara - “Se eu pudesse escrever como nosso cão” - São Paulo/SP
2º Lugar – Ligia Rangel de Rodrigues - “O Menino de Lá” - São Paulo/SP
3º Lugar – José Ronaldo Siqueira Mendes -“Meu Universo numa Nódoa de Café” – Mutum /MG
domingo, 3 de janeiro de 2016
A METAPOESIA DE JOÃO BATISTA GONÇALVES
NOTA DO BLOG: Entramos 2016 com energia. Sabemos que nosso blog tem sido cada vez mais um espaço de registro da nossa cultura. Mas a vida tornou-se dinâmica por demais. É a partir dessa premissa que vamos intensificar nossas postagens nesse novo ano que está se iniciando.
Nossa série Pentalogia Poética vem a todo vapor com o poeta JOÃO BATISTA GONÇALVES.
Devido aos “atropelamentos” de fim de ano, não poderemos dessa vez, fazer uma
pesquisa mais aprofundada desse escriba de nossas terras. Sabemos apenas que
ele tem estrita relação com Roseiral. Conhecemos ele através da Dalvina,
poetisa dessa localidade. Sabemos que seus livros foram publicados residindo em
Linhares-ES. Não obtivemos até agora retorno dos contatos que fizemos.
Mas vai aí um aperitivo de João Batista Gonçalves. Escolhermos
cinco poemas, do seu livro, AMOR AO VENTO, em que ele discorre sobre o ofício
de versejar ou sobre a poesia em si. São poemas metaliguísticos, ou metapoemas.
Assim diz o seu prefaciador:
Seu êxtase é construído na nostalgia de um bom mediterrâneo
de altar. Afinal, o refinado poeta veio das Geraes, fincando gradativamente
raízes nos dengos tropicais de Linhares. Minas é aqui “sui generis”.
A MORTE DO POETA
Naquela noite
o sino da matriz tocou
tristemente
parecendo anunciar um óbito.
Não era simplesmente
um óbito!
e de repente
alguém anuncia:
_O poeta morreu!!!
Como era de costume
o sino tocar
anunciando a morte de alguém,
o silêncio da noite
foi quebrado.
E a pequena vila
acordou para ver o acontecido.
E todos comentavam:
_O poeta morreu!!!
E quando amanheceu
o sol não apareceu.
só nuvens escuras no céu...
Chovia fino,
como se o céu também
chorasse a morte do poeta.
E durante todo o dia...
parentes, amigos e conterrâneos
observavam silenciosos
o corpo gélido
do poeta e sonhador.
Chegava a tarde
e o tabelião da vila
lavrou o termo do óbito:
...
_Adormeceu para a eternidade
o poeta...
deixando saudades...
e uma grande marca
no coração da gente.
A Poesia!
E já no crepúsculo
o cortejo partiu
levado por amigos
até a sua última morada.
Lugar privilegiado
de onde certamente
admirará outros horizontes
e escreverá para outras gentes.
O poeta morreu!!!
E sobre o túmulo frio
como havia pedido
uma inscrição foi deixada:
“Aqui jaz para sempre,
um poeta solitário!...”
AMOR, POESIA E DOR
Se a poesia
é o alimento do amor
que se faça poesia
que fale de amor.
Que se faça amor
sussurrando poesia
no pensamento.
Que se faça
pensamentos de amor.
Que cultive a ilusão
de sonhar com o amor
que cultive a dor
de viver o amor.
Que eternize sentimentos
que se vive em instantes
como se fosse uma vida.
Que se faça da vida
eternos momentos
de ilusão ou dor
em poesias de amor!
FORMAÇÃO DA POESIA
A mão que trêmula conduz
as palavras,
rege a orquestra de sentimentos
do coração.
São palavras
que se misturam, transformando-se
em poesias.
Por que certamente,
a poesia é uma exposição do poeta
de suas mais íntimas ideias.
O POETA
O poeta é um sonhador
Que vive na lua
Que vive na rua
Que vive na noite
Que vive no dia
Que vive no rio
Que vive na flor
Que vive no riso
Que vive na dor
Os sonhos de amor.
O poeta é um sonhador
Que vive no ar
Que vive nos mares
Que vive nos pássaros
Que vive no canto
Que vive nos encantos
Que vive na estrada
Que vive nas mágoas
Que vive na alma
Os sonhos de amor.
O poeta é um sonhador
Que vive no trem
Que vive na glória
Que vive a história
Que vive na chuva
Que vive na lama
Que vive na tela
Que vive no singelo
Que vive e é tolo
Sonhando com o amor.
RESPOSTA A UM AMIGO
Não sei se
sou poeta!
Faço meus versos
com a mais pura simplicidade
transformando em palavras
sorrisos,
lágrimas,
sentimentos,
natureza e paixões.
Por que esta é a única forma
que encontrei
para revelar segredos
que continuam no anonimato.
Também não me esqueço da fé.
por que esta é a única forma
de continuar acreditando
que na poesia
sou capaz de deixar à posteridade
um pouco de mim.
Faço meus versos, meu caro amigo,
sem muita pretensão
por que para mim
não importa se o meu livro
é o mais vendido ou não.
não importa se meu nome
figura nas colunas sociais de um
grande jornal.
O que me importa?
é que de alguma forma
eu faça parte da vida de alguma
pessoa.
e que em algum lugar
mesmo no silêncio,
alguém esteja me criticando
ou me fazendo um elogio.
Não sei se sou poeta!
Mas sei que
o que satisfaz a um poeta
é ver o que ele faz
na boca
e no coração das pessoas.
Sendo assim, meu caro amigo,
minhas palavras
simples e singelas
atingiram o seu objetivo.
Por que nem mesmo os grandes poetas
como:
J. G. de Araújo Jorge,
Manuel Bandeira,
Carlos Drummond de Andrade
e outros,
foram poupados da crítica.
e as suas
certamente me serviram de escola.
Mas não foi por mal, meu caro amigo,
que inspirei-me
no que é para mim
o maior poeta do século
para te escrever esta poesia.
Todavia,
se as minhas poesias não tem rimas
tem palavras e sentimentos
vividos em momentos de solidão.
Momentos dos quais,
talvez você não tenha conhecido!
SÉRIE PENTALOGIA POÉTICA:
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
PENTALOGIA POÉTICA : OLÍVIO DE SOUZA ARAÚJO (OLIVINHO)
![]() |
| CAPA DO LIVRO DÁDIVA |
domingo, 29 de novembro de 2015
GINCAN'ÁGUA E POESIA
Tendo como um dos objetivos desenvolver a arte em seus
participantes, a GINCAN’ÁGUA, uma atividade pedagógica que uniu o lúdico, a
conscientização e a arte dos alunos do turno vespertino da Escola Estadual
Dionysio Costa, em uma de suas provas pediu para que compusessem poesias
envolvendo a temática água. Tanto exaltando suas belezas quanto lamentando a
poluição hídrica.
Assim ficaram as poesias:
POESIA SOBRE ÁGUA
Água...
Sem
você
Não há
Vida.
Água
dos seus lábios
Viraram
saliva
Água é
fonte de vida.
Sem
Água,
nem
Planeta
Precisamos
de
Água
para sobreviver.
POEMA
DA FONTE
A água
é fonte de vida
A água
é o que me motiva.
E ter
preservação
E ser
um bom ser humano
E um
bom cidadão
Vamos cuidar
dela
Como nosso
tesouro
Por que
cada gota
D’água
vale ouro
ÁGUA
AMIGA
A água
é minha amiga
Com ela
posso contar
Pra matar
a minha sede
E o meu
banho tomar
Vamos todos
protegê-la
E a
natureza preservar
Resgatar
suas nascentes
Pra ela
não faltar
POLUIÇÃO
Poluição
fora do normal
Estão poluindo
a água
E muita
gente passando mal.
ESBANJAMENTO
Esbanjamos
muito a água
E hoje
precisamos dela
Tanto no
bairro chique
Quanto na
favela
Se hoje
vivemos sem
E por
que esbanjamos
Aquela última
gota de água
Hoje está
nos faltando
A ÁGUA
Água é
um bem precioso
E sabemos
que hoje é um bem valioso
É que
devemos cuidar
Pois sabemos
que um dia vai faltar
Tenho uma
dica para te falar
Cuide,
pois pra você mesmo vai faltar
Está acontecendo
uma coisa terrível
Achamos
que a água é infalível
Temos que
tomar cuidade
Pois ainda
não chegou o esperado
Os rios
vão secar
E muitos
vão chorar
Por uma
gota apenas
Pessoas
vão se desesperar
Procurando
algo
Que não
vão achar
Então
cuide!










