Mostrando postagens com marcador MUSICA MUTUENSE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUSICA MUTUENSE. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de abril de 2021

O BIG BANG DE UM UNIVERSO MUSICAL


“Quando abri meus olhos, me encontrei perdido

No tempo e espaço, me demoro nortear “

 

A arte surge na cabeça do artista como um big bang. Uma ideia infinitamente minúscula, comprimida ao extremo, começa a pulsar. E quando menos se espera ela explode e se expande em poemas, narrativas, músicas, filmes.

Um videoclipe é um encontro de duas artes. De um lado a letra, os versos contando uma história, imaginada ou não, que ganha a beleza da melodia. Do outro o roteiro que vira movimento cristalizando em cenas o que a canção gostaria de dizer. Quando o encontro se expressa em um abraço fundindo música e cena em movimento o que temos sempre é arte bem legal de se apreciar.

O videoclipe da música Universo, interpretada por Vitor Lacerda e Maisa Santos, fruto da Lei Aldir Blanc, tem encantado pela canção em si e pelas imagens que traduzem a mensagem da letra. E como em um big bang, podemos estar diante do surgimento de um novo universo musical na cultura mutuense.



            Como o blog Mutum Cultural vem fazendo, registramos nesta postagem a realização deste produto e um bate papo com um dos autores, Vitor Lacerda.

           

- ENTREVISTA-

Como surgiu a ideia de um videoclipe para a música?

Fui contemplado na categoria de single musical + videoclipe, então sempre estive pensando em como seria o clipe enquanto estávamos gravando a música. Como a canção tem uma letra bem leve, pensamos em fazer algo leve no clipe, utilizando a própria natureza.



Sobre a música, é de sua composição?

É sim! A composição conta uma lembrança de amor, mas tem várias referências da física. Como sou estudante de física, isso não podia faltar! Termos como “tempo e espaço” fazem parte da composição, que é um Pop/Nova MPB.

 

Qual é o seu processo de criação? Você se inspira em algum artista?

Primeiramente escrevi a letra e depois compus a melodia. Nesse processo a letra sofreu algumas mudanças por conta da melodia escolhida, mas foi um processo bem natural. Minha principal inspiração e referência musical é o duo Anavitória. Estou sempre cantando músicas delas junto com a Maisa.

 

O videoclipe seguiu um roteiro elaborado previamente ou foi na base do “uma ideia na cabeça e uma câmera na mão”?

O videoclipe foi todo elaborado antes! Fizemos algumas reuniões com o Reinan Cardoso (diretor do clipe) para definir as cenas, as referências utilizadas, os elementos que iriam compor o clipe (como o colchão e o microfone), a paleta de cores e diversos outros detalhes.

Sobre a participação da Maisa Santos, o projeto foi concebido com ela antes de ser inscrito ou o convite veio depois?

Maisa e eu temos uma história muito unida e centrada na música. Apesar de sermos primos, nos conectamos fortemente participando da Banda Musical Mutuense. Sempre cantávamos juntos em qualquer situação, então quando eu soube da oportunidade da Lei Aldir Blanc, já falei logo com ela. Eu ainda tinha apenas a letra da música, então fomos construindo tudo juntos. Desde o princípio, antes de inscrever o projeto, já estávamos juntos concebendo a ideia.

 

Além deste projeto e do VÍDEO CURTO: TOUR CULTURAL: Espaços e Expressões culturais, mais projetos seu que foram aprovados?

Tive apenas esses dois projetos aprovados e fico bem feliz por eles serem muito parte de quem eu sou. No Tour Cultural, eu apresentei sobre expressões culturais que fazem parte da minha vivência. E na música e clipe de Universo, Maisa e eu mostramos nossa capacidade musical, com a presença de harmonias entre nossas vozes e também de instrumentos que tocamos, como o clarinete e a flauta transversal.

 

Há outros videoclipes a caminho?

No momento estamos focados na divulgação de Universo, mas já estamos planejando uma versão diferente da música com um novo videoclipe também!











MAIS MÚSICA NO MUTUM CULTURAL

JOÃO LUIZ

LÍVIA LACERDA

quarta-feira, 7 de abril de 2021

MUTUM TEM XOTE E TEM BAIÃO


 "Cada verso que eu canto 
tem a força de um baião, 
cada coco repicado 
bate no meu coração..."

Da música Mutum Preto


Com o intuito de deixar registrado o boom cultural em nossa Mutum iniciado ano passado com a viabilização da Lei Federal Aldir Blanc (Nº 14.071/2020) pela Secretaria Municipal de Cultura, sob a coordenação de César Tomé, que reverbera ainda na concretização dos projetos contemplados, muitos deles este ano, com apoio e acompanhamento da atual gestão, fazemos nesta postagem o registro do EP Tem xote e tem baião, de Lívia Lacerda 


LÍVIA LACERDA POR LÍVIA LACERDA

A música é uma harmonia de notas que mexe com a nossa alma. Eu venho de uma família de músicos, meu avô, por exemplo, comprou uma sanfona de segunda mão e tocava para os netos, inclusive foi a sanfona que usamos na gravação deste EP, e, assim, foi surgindo o gosto pela música. Hoje, em encontros de família, não podem faltar um violão, uma sanfona, um piano e muitas vozes.

Eu comecei a estudar música aos meus 6 anos e ao 10 ano fui  a cantar na matriz da minha cidade. Já aos 17 anos me formei em técnico em piano pelo Conservatório Brasileiro de Música localizado na cidade de Manhumirim.

Também comecei a pintar panos aos 11 anos de idade, sempre gostei de trabalhos manuais. Pintei muitos panos e, também, fui contemplada com mais dois projetos de pinturas em tecido pela Lei Aldir Blanc -  Pintura em tecido: “Uma rosa e seus detalhes” e “Arquitetura das igrejas católicas mutuenses” (Este se encontra no acervo cultural da Casa da Cultura da cidade de Mutum) . A capa do meu EP foi uma pintura feita por mim também.




"Hoje eu acordei mais cedo, 
abri a janela pra deixar o sol entrar
E a brisa leve sussurrou no meu ouvido: 
vida leve, leve a vida que levar..."

Da música Um dia tudo vai voltar


-UM BATE PAPO COM O BLOG-

O que te levou a produzir o EP Tem xote e tem baião?

A gravação deste EP foi um ponto importante em minha carreira como artista e, por meio da Lei Aldir Blanc, a possibilidade de realizar esse sonho.


Este é seu primeiro trabalho ou ele é precedido de outros?

O EP “Tem xote e tem baião” foi meu primeiro trabalho autoral e  também a primeira vez que utilizo meu nome como título principal de um trabalho cultural, todas as outras vezes utilizei o nome de Bandas que participai. As músicas foram compostas em parceria com meu irmão Rafael de Lacerda Moreira que também é músico multiinstrumentista.


"Sua força se esvaiu um dia, 
fez você esmorecer...
"

Da música Estrela guia

 

O que podemos encontrar no EP?

O EP “Tem xote e tem baião” tem a intenção de entregar um ritmo gostoso e que eu adoro cantar e dançar. O trabalho

conta histórias marcantes da minha vida como a música “Estrela Guia” uma homenagem à minha amada avó materna.  Na música “Um dia tudo vai” que nos faz refletir sobre a vida, a família e as pessoas queridas que encontramos no caminho. A canção “Me nota benzinho” é pra dançar bem juntinho, pois fala de amor de uma forma bem divertida. Já a música “Mutum Preto” conta a história da cidade de Mutum, lugar que fui criada e que tenho um grande carinho. Todas as músicas com ritmos de forró para todos poderem dançar e se divertir.


Qual foi a contribuição da Lei Aldir Blanc na realização deste projeto?

Primeiramente foi a parte do financeiro que me ajudou nos custos das gravações.  Também pelo fato de gerar e levantar a cultura da cidade de Mutum. O trabalho autoral gravado e mixado de forma profissional e divulgado nas ferramentas de streaming gera benefícios financeiros para os artistas da cidade, estúdios de gravação e da região também. Acredito que a proporção de um trabalho bem feito sempre leva o nome da cidade.


Você está idealizando ou trabalhando um próximo projeto musical?

Sim, mas é segredo ainda. Já tem uns rabiscos de letras de músicas novas sendo feitas, acompanhando sempre ao som da sanfona.

 



"Me nota, bem, me nota, eu juro eu quero te amar, 
passar a mão em teu cabelo e daí lascar o beijo 
enquanto o xote não para de tocar."

Da música Me nota Benzinho


PARA OUVIR O EP


NO YOUTUBE

NO SPOTIPY

 


 BLOG: VEJA TAMBÉM POSTAGEM SOBRE:EP: MOÇA de JOÃO LUIZ


  

 

 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

VALE A PENA ESCUTAR

             

       O simples fato de ser um artista morador da nossa sonora Mutum, já é motivo de sobra para ouvir. Mas inspirado no título de uma canção do EP Moça de João Luiz, podemos afirmar com total convicção que vale a pena escutar.

Este produto cultural é mais uma realização de um dos nossos artistas oportunizado pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal Nº 14.017/2020).  

João Luiz concedeu uma pequena entrevista ao Mutum Cultural em que fala do seu trabalho como artista.


AS MOÇAS DE JOÃO LUIZ

Como surgiu seu interesse pela música?

Quando fiz 10 anos meu pai começou a me ensinar a tocar vilão. Já na adolescência minha mãe me incentivava a escrever sobre as coisas que eu gostava ou não entendia. Juntando tudo isso, comecei a escrever minhas próprias letras pra poder cantar e tocar no violão.

O seu EP é composto de quais músicas?

Encalistrado, Vizinha de janela, É pra você, Vem ser meu amor, Será que vale a pena tentar? e Tudo pode acontecer.

 

Quem são os compositores?

Eu escrevi todas as letras.

 

Por que o título Moça?

Poderia ser Moças também. Foi uma tentativa de criar uma personagem para o EP, fazer dele uma história. Como cada música foi escrita em um momento diferente e as letras para pessoas diferentes, tentar fazer delas uma só seria mais interessante para a história do EP.

 

Qual foi o papel da Lei Aldir Blanco na realização do seu projeto?

Papel de único fomentador.

 

Você já tem outros trabalhos gravados?

Audíveis dois, Amor gourmet e Ela é real. Entretanto, tenho mais algumas composições que nunca tornei públicas.

 

Qual é o seu próximo projeto musical?

Ainda não tem data, estou tentando juntar algumas músicas pra montar outro EP. As músicas eu já tenho, preciso organizá-las de modo a fazer sentido como um álbum, ou seja, criar a história e buscar uma sonoridade coesa.

 


    A relação amorosa se faz presente na música de João Luiz como podemos ver em versos de músicas presentes no EP.

 

"... Eu podia ser seu namorado. Eu sei tudo dela porque a janela dela é a minha TV..."

Vizinha de janela

 

"... Vem ser meu amor. Vamos vencer, meu amor..."

Vem ser meu amor

 

"... Talvez você tenha até sentido o mesmo, mas acabou fugindo de medo ou faltou coragem de se permitir sentir algo novo..."

É pra você

 

    E como vale a pena escutar canções de letras bem elaboradas como Será que vale a pena tentar? (Participação de Ester Teixeira), o EP nos proporciona a uma viagem aos nossos momentos de timidez, paqueras, dúvidas e outras situações em que o coração nos imprime.


ESCUTE O EP


LINK PARA:

SPOTIFY


BLOG: VEJA TAMBÉM POSTAGEM SOBRE EP: TEM XOTE E TEM BAIÃO DE LÍVIA LACERDA

domingo, 23 de julho de 2017

EXPRESSÕES CULTURAIS NA EXPOMUTUM,



Uma exposição agropecuária é cultura? Pode se dizer que é a oportunidade de levar ao povo a chamada cultura de massa. Um rodeio, sempre a mercê de um debate, pode também ser encarado como algo cultural. Atendendo a demanda de mercado estão os shows.
Ainda que o debate não se encerre aqui se uma exposição agropecuária é ou não é cultura, inegável, no entanto, é o trabalho da Secretária Municipal de Cultura que ocupa um espaço importante na programação da ExpoMutum abrindo território para que as expressões culturais do nosso município se manifeste. O Centro de Convenções Edmundo José da Silva e seu entorno está tomado por atividades que alimentam a nossa sede de visualizar nossa história e, sobretudo, o talento de nossa gente. Você encontra quatro atrações para ver, admirar, relembrar e consumir.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COMO É BOM CONTAR NOSSA HISTÓRIA



Trata-se do Centenário das Folias e Charolas de São Sebastião em Terras Mutuenses. Segundo o secretário de cultura César Tomé, a proposta da exposição é contar um pouco dos 100 anos desse modo de expressão chamado charola em terras mutuenses. Não se trata apenas de contar a história do grupo que se iniciou e continua na ativa, mas de trazer manifestações do passado e do presente que contribuem para a riqueza cultural dessa forma de expressão. Há na exposição fotográfica, organizada pelo secretário de cultura, com trabalhos de Genilton Elias e Giancarlo Almeida, além do grupo formado especificamente para celebrar o centenário dentro do IV Encontro de Charolas e folias de São Sebastião em Mutum, a se realizar no dia 17 de setembro.
Na oportunidade, o Blog Mutum Cultural conversou com o sr. Nilton José da Silva (Nilton do Lot), um dos membros do grupo de trabalho, que além da sua história dentro dessa história maior que abrange mais de um grupo, nos mostrou os momentos marcantes, o início de tudo quando Antônio Chumbinho e Modesto Teixeira exerceram o pioneirismo nos idos de 1917. Para seu Nilton a exposição fotográfica traz a memória do povo para a geração mais nova visualizar a cultura do passado. “100 anos não é 100 dias.” Salientou.



IRIA & SEBASTIANA



O primeiro CD da dupla Iria & Sebastiana, O Dono do Milagre, é outra amostra da nossa cultura.
Unindo a tradição da música sertaneja raiz com a mensagem evangélica, a dupla lança seu primeiro CD de composições próprias.


OS QUADROS DE CÉLIO RAFAEL

Outra atração cultural são os quadros do pintor Célio Rafael. Com temas que variam de animais a flores, são quadros que podem decorar qualquer ambiente.




OS ENTALHES DE ANTÔNIO MARCOS



Divulgado no grupo do nosso facebook, a esperada exposição das esculturas em madeiras de Antônio Marcos (Nego) do distrito de Roseiral estão primorosamente espalhadas pelo gramado para serem apreciadas e adquiridas. O seu trabalho pode ser acompanhado in loco.

Sobre a importância desse espaço conquistado pela secretaria municipal de cultura para que as manifestações artísticas viessem a tona em dias de comemorações, Antônio Marcos nos disse que ver muita importância pela divulgação e valorização do trabalho da arte e cultura de Mutum. As pessoas de fora que visitam os trabalhos, vê com entusiasmo e adquirem peças para assim ter em mãos o talento mutuense que se manifesta de diferentes formas. Há inclusive a constatação que em nada deixamos a desejar para outros lugares com maiores possibilidades.
Os trabalhos de Antônio Marcos já foram expostos na
Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nos lembra.
Ainda dentro da valorização da cultura mutuense lembramos a apresentação da Banda Musical Mutuense na abertura da ExpoMutum, quarta-feira.



Visite as expressões culturais no Centro de Convenções Edmundo José da Silva, no Parque de Exposições. Hoje será o último dia.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

UM BREVE PURGATÓRIO EM MUTUM

Purgatory Road foi uma banda com uma breve história na cena underground de Mutum. Talvez a percursora da banda Complexo 55 já abordada aqui. Como purgatório é algo transitório, transitório foi a banda que em 2014 tentou se firmar, mas tropeçou nos pedregulhos de sempre, para aqueles que querem fazer arte, seja em que vertente for, seja em qual estilo.

Cumprindo com nosso objetivo de registrar nossa história cultural, postamos algo sobre essa banda, incompreendida por muitos, mas que serviu para expressar um estilo de música merecedor de respeito como qualquer outro.

Para saber um pouco mais dessa história, tivemos uma pequena entrevista, on line, com o vocalista da formação no ápice da banda, Benídio Ferreira, conhecido como Beni Roots Ferreira.

Como a banda começou?
A banda começou com um grupo de amigos afim de fazer som.

Qual era a intenção inicial?
No início era tocar mesmo, depois de um tempo começamos a pegar a ideologia anarquista.

Quais os integrantes da banda?
A banda teve várias formações. Mas a melhor fase foi com a seguinte formação: Lucas Barbosa na bateria, Higor no contrabaixo, Tiago e vulgo Feijão nas guitarras e Benídio  no vocal.

Como vocês classificam o estilo das músicas que tocavam? A gente tocava um som na pegada do thrash moderno...  com afinação em drop.

O que chegaram a gravar para divulgação?
Gravamos uma música chamada MUITO PRAZER EU SOU GOVERNO...

E a música Revolta, ódio, Guerra em:

Quais os maiores desafios que enfrentaram?
Desafio foi mais o preconceito por causa do estilo e peso do som... Ouvimos muitas críticas também.

Como foi a experiência em Iúna?
O show de Iúna foi uma ótima experiência... Pois lá a gente tocou pra pessoas que gostam e conhecem os estilos de som... Foi foda, pois tocamos pra pessoas que curtem e apoiam a cena underground.




Sobre que assuntos as letras das músicas abordavam? Abordávamos em nossas músicas a realidade que se vive nas favelas e periferias... E queríamos mostrar a verdadeira face do sistema.

Qual a dica que você dá para alguém que quer ter uma banda?
Pra quem quer ter uma banda, eu digo: corre atrás pois é difícil. Dependendo do som que for fazer, se for rock, é muito mais difícil porque aqui tem muitos que tem mente fechada... e o preconceito é muito grande.

E hoje, o que você anda produzindo?
Eu não tô tocando. Eu quero fazer uma outra banda, mais aqui em Mutum pra mim é difícil. A galera desuniu. Eu fiquei sozinho, mas não desisti de tocar. Um dia eu penso em voltar a tocar. Quero tocar um Punk clássico em português.

sábado, 8 de agosto de 2015

COMPLEXO 55 LANÇA WEBCLIPE

A banda Complexo 55 anunciou para esse sábado o lançamento de um webclipe. Aí está conforme proposto pela banda que está sendo gestada com muito cuidado, como toda arte exige.

Em breve teremos mais registro dessa atividade cultural de quatro jovens buscando espaço para mostrar, acima de tudo, suas mensagens de inconformismo com a sociedade e o poder.

Em sua página no facebook, https://www.facebook.com/complexo55, a banda assim apresentou o webclipe:


"Lembrando que essa música é com uma sonoridade diferente da banda, apenas um instrumental solo de violão, com uma poesia recitada pelo Igor Eduardo, não é metal rs' Valeu!"




IDEIAS

(Letra: Igor Eduardo, Lucas Barbosa / Música: Lucas Barbosa)

Não se sabe quantos dias se passaram
Nem quantos ainda ainda restam
Hoje nasceram alguns
E morreram outros
As pessoas por algo que alivie seus medo
E uma mão divina que alivie suas dores

Paz
Um tesouro procurado por todos
E com isso todos garimpam
Sobre a destruição

Ideologia
Você tem a sua 
Como todos tem
E essa é a nossa
Siga a estrada
Busque a vitória
Pra não ser mais um Alcoólatra
Nessa Pátria em Decadência
Patrulhada por Homens de Merda

Com os Bandidos tirando o que é seu
Pois sua pele é o Alvo da Pólvora
Seus ouvidos são,
O Alvo da Obra da Conspiração

Membros:
Igor Eduardo: Vocal
Lucas Barbosa - Guitarra
Roberta de Souza: Baixo
David Megat: Bateria